Apesar de nos mantermos junto ao Rio, mudámos de direcção. Começamos junto à Academia e da Jazzy num engraçado aquecimento ao som da aula de kizomba e partimos cheios de vontade para as Docas.
A trajectória continua a ser linda. Esteja a ponte nas costas ou pela frente. A temperatura estava perfeita e o vento acalmou o que deixou o Rio, versão prata e permitiu-nos avançar mais facilmente.
Os grupos iam se formando à medida que avançávamos. Cada um ia escolhendo o seu ritmo e a pessoa indicada para o acompanhar.
Houve que fosse a correr….quem fosse a andar…e quem fizesse as duas coisas. O importante é cada um ir a seu ritmo, encontrar um parceiro que puxe por ele, mas que não o faça entrar em ruptura com o seu corpo. É preciso conhecer o corpo e saber os seus limites
Ontem ultrapassei os meus limites. Corri 8 km. O que parecia que ia voltar a ser um corrida a desistir, lá ia, na minha cabeça encontrando os meus objectivos e na minha força. Estava concentrada na minha respiração e na minha vontade de bater o meu record.
Quase sem conseguir e graças mais uma vez ao António que me fez terminar e chegar aos 8km. Foi uma vitória para mim, que ainda na semana passada cheguei alegremente aos 6,30.
Em breve terei a corrida Bosh dos 10km em Aveiro para ajudar o IPO do Porto e gostava muito de conseguir correr e completar a prova…viva 🙂
Obrigada a todos os que me acompanharam e que não desistiram de largar o sofá!!!
Beijinhos
Sofia





