Correr Riscos

Sempre fui uma mariquinhas. Tinha quase medo da própria sombra.
O facto de ter arriscado pouco durante tantos anos acabou por me privar de experiências fantásticas, que hoje poderiam ter enriquecido o meu CV Profissional, intelectual, emocional, etc.
A falta de auto-estima condiciona o risco. Sem segurança, a zona de conforto é um lugar privilegiado que dificilmente se abdica e a rede torna-se um colete de forças, em vez de ser um apoio à queda.
À medida que vamos crescendo interiormente, ganhando forças, resistências, a vontade de experimentar o desconhecido aumenta e começamos a ganhar o gostinho pela adrenalina e o frio na barriga.
O facto é que o risco é tão igual, com ou sem auto-estima, mas a força para lidar e superar os fracassos são tão fortes como os que vamos celebrar as vitórias.
Conheçam os vossos limites, mas não deixem de fazar aquilo que pode mudar a vossa vida ou deixar as melhores das memórias
Beijinhos
Sofia
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